sábado, 24 de março de 2012

 

Dez passos para se amar



1 - Parem com toda a crítica

A crítica nunca muda coisa alguma.

Recusem criticar-se.

Aceitem-se exatamente como vocês são.

Todos mudam.

Quando vocês se criticam, suas mudanças são negativas.

Quando se aprovam, suas mudanças são positivas.

2 - Não se alarmem

Parem de se aterrorizar com seus pensamentos.

Encontrem uma imagem mental que lhes dê prazer e imediatamente desviem os seus pensamentos para algo agradável.

3 - Sejam gentis, bondosos e pacientes

Tratem-se com paciência, gentileza e bondade.

Tratem-se como fariam com alguém a quem amassem.

4 - Sejam gentis com sua mente.

Odiar-se é somente odiar os seus próprios pensamentos.

Mudem gentilmente os seus pensamentos para pensamentos mais amorosos.

5 - Elogiem-se.

A autocrítica deprime o espírito interior.

A exaltação o edifica.

Afirmem a vocês mesmos como é apropriado o que estão fazendo com tudo.

6 - Apóiem-se.


Aproximem-se dos amigos e permitam com que eles os ajudem.

Ser forte é pedir por ajuda quando mais precisam.


7 - Sejam amorosos com seus pontos negativos.

Reconheçam que os criaram para satisfazer uma necessidade.

Agora estão encontrando novas maneiras positivas de preencherem estas necessidades.

Liberem os velhos padrões.

8 - Cuidem do seu corpo.


Aprendam sobre nutrição.

O que o seu corpo necessita para ter a energia e a vitalidade ideal?

Aprendam sobre exercícios.

Estimem o templo em que vocês vivem.

9 - Trabalho do Espelho

Olhem dentro dos seus olhos freqüentemente.

Expressem o sentido crescente do amor que sentem por vocês mesmos.

Perdoem-se por tudo, enquanto se fitam no espelho.

Uma vez ao dia digam, "Eu amo você" para vocês mesmos no espelho.

10 - Façam-no Agora.


Não esperem até que vocês fiquem bem, percam peso ou recebam um novo emprego.

Comecem agora, façam o melhor que puderem.

sexta-feira, 23 de março de 2012

  

dor de garganta aparece quando não é possível comunicar as aflições e frustrações. Não engula desaforos, mágoas, reclamações. Saiba ter voz, seja uma pessoa assertiva, não precisa brigar! Aprenda a se comunicar e expressar seus pensamentos de maneira clara e objetiva, sem perder a paciência. Se você viver guardando seus sentimentos e pensamentos, uma hora, uma das duas coisas ocorre: pode ocorrer um problema sério na região da boca e garganta (saúde) ou você estoura e diz de uma vez só, tudo o que pensa, com raiva e ressentimentos e acaba magoando todos ao redor. Procure não acumular fatos. Assim que ocorrer algo que te desagrade, você pode chamar a pessoa que o magoou e dizer: eu admiro esta característica sua. Comece sempre com algo positivo daquela pessoa. E quando for “reclamar”, reclame de um fato, de uma atitude, não da pessoa. Diga: Não gostei quando você fez isso, pois me senti assim...  Um bom líder sabe se comunicar. Elogia pessoas em público e crítica fatos em particular.

resfriado escorre quando o corpo não chora. Chorar alivia, então chore sempre que sentir vontade. No passado, a pior crença repassada por nossos antepassados era: homem de verdade não chora. Então muitos homens guardaram tão profundamente suas dores e sofrimentos que acabaram cedo com sua saúde e morreram antes do tempo. Precisamos tirar um momento para rir, chorar, brincar, viajar, fazer exercícios físicos, dançar, curtir a vida. Equilíbrio! E lembre-se: chorar de vez em quando, é natural, faz bem e só mostra que você tem sensibilidade e não tem medo de mostrar suas emoções.

estômago arde quando as raivas não conseguem sair, quando algo acontece e você não aceita, não consegue digerir o fato. Ache uma válvula de escape, grite, dê soco no travesseiro, escreva tudo num papel e queime, pratique um esporte, lute boxe, ache uma maneira de extravasar as emoções, faça terapia. E se possível, elimine as pessoas “nocivas” na sua vida.

diabetes invade quando a solidão dói. Mas estar sozinho é sempre uma escolha, então se abra para o mundo. Não espere receber amor primeiro, aprenda a dar e receberá de volta. Se todos pararem e esperarem o outro dar o primeiro passo, não haverá mais amor no mundo.

corpo engorda quando a insatisfação com o mundo aperta. Aprenda a aceitar as coisas como elas são. Não seja exigente demais com você, nem com o mundo. Relaxe! Deixe a ansiedade desaparecer... O mundo é perfeito exatamente como é. E se sua frustração refere-se a resultados obtidos, saiba que você pode estar bem mais próximo(a) dos seus sonhos do que imagina. Tenha paciência, nada é impossível e o amanhã pode ser bem melhor, dê mais uma chance para você e seus sonhos. Antes de comer algo, pergunte-se: estou com fome de que? Se não for uma fome física e sim algo emocional/espiritual, não tente resolver com a comida. Coma o que desejar, mas apenas quando estiver com fome e esteja presente quando mastigar – foque no agora. Ao invés de engolir desesperadamente na frente da TV, sem sentir o gosto da comida, saboreie cada mordida, sinta o sabor, cheire, feche os olhos, sinta a textura dos alimentos na sua boca e tenha gratidão a ele. Se você conseguir fazer isso, seu metabolismo funcionará perfeitamente e tudo que não for necessário, seu corpo expelirá.

dor de cabeça aparece quando as duvidas aumentam e aparecem as críticas. Surge um desconforto como se você estivesse vivendo um problema sem saída. Relaxe, ore, medite, converse com alguém, peça ajuda! Confie mais em você e na vida. Acalme-se, tenha mais fé, creia mais em você e em Deus. Como dizem os orientais: se um problema tem saída, resolva! E se não tem, por que se preocupar tanto? Neste caso, aceite-o!

Problemas na 
coluna indicam que você tem a sensação de que há pessoas ao seu redor que dependem de você. É como se você não quisesse, mas sente que tem que carregar o mundo nas costas, pois acha que os outros são incapazes de resolver seus problemas sem a sua ajuda. Isso não é verdade! Todo mundo tem a capacidade para resolver as coisas. É você quem acha isso, então liberte-se desta crença. Acredite mais nos outros. Cada um tem o direito de viver a vida como deseja, não queira impor seu modo de viver a outros. Aceite as diferenças, afinal você também quer ser aceito(a) exatamente como é, não é mesmo?

coração pára quando o sentido da vida parece terminar. Mantenha seu coração sadio, procure pontos negativos em fatos passados e atuais. Dê mais sentido aos fatos. Você já reparou que tudo tem seu lado positivo? Basta saber procurar... E sempre tenha planos ousados e divertidos para o futuro, isso o manterá vivo e “motivado”, com o coração leve e saudável.

alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável. Ninguém consegue manifestar perfeição, pois é impossível até mesmo defini-la. Quem poderia citar o que seria mundialmente considerado perfeito? Aceite-se e aceite o mundo exatamente como ele é. Pare de querer controlar tudo. São as diferenças e as pequenas imperfeições que fazem do mundo um lugar tão maravilhoso... Isso vale para seu corpo também. Aceite-se exatamente como é, seu corpo é o templo da sua alma. Se existir algo que queira mudar em seu corpo, faça; mas não deixe que sua felicidade e amor próprio dependam disso. Se você está num relacionamento e seu parceiro(a) não está satisfeito com seu corpo, mude de parceiro. Afinal, você é muito mais maravilhoso e especial do que seu corpo físico. Você é a auto-manifestação de Deus na terra. E pode ter certeza: existem muitas pessoas que gostariam de estar com você! Para você ser completamente amado e aceito por alguém, comece se aceitando e se amando e isso ocorrerá naturalmente.

As 
unhas quebram, os cabelos e a pele perdem a força e o brilho quando as defesas ficam ameaçadas. E isso acontece quando você está se sentindo deprimido, sem vontade de seguir além... Se estiver com depressão, procure os amigos, familares e/ou ajuda médica. Deseje melhorar, leia bons livros, assista a programas divertidos, instrutivos e/ou inspiradores, tenha um tempo só pra você, faça coisas de que gosta,ria em frente ao espelho,  divirta-se! Insira mais diversão na sua vida, isso só depende de você!

peito aperta quando o orgulho escraviza. Você não é vítima do mundo. Ninguém é, a menos que se coloque nesta posição. Para todo ditador, existe um ou vários submissos. Não tenha pena de você, pelo contrário, orgulhe-se de ser a pessoa que é. Encontre características positivas suas. Se estiver difícil, pergunte a amigos e familiares, pode ter certeza de que você ficará muito feliz com o feedback deles. E escreva num caderno para se lembrar e comece a fazer as suas anotações positivas sobre você, as pessoas e fatos ao redor.

pessoa enfarta quando sente a ingratidão e estresse. Procure não exigir tanto das pessoas. Quando fizer algo pequeno, médio ou grande por alguém, não espere algo em troca. A pessoa pode não retribuir da maneira que você deseja e você envenena seu coração com raiva e sentimento de frustração e ingratidão. Na maioria das vezes a pessoa nem imaginava o quanto isso era importante pra você,é a sua visão que coloca este peso. Não deixe que suas exigências de como os outros devem se comportar atrapalhe a sua saúde e felicidade. Você pode ter feito coisas que magoaram muitas pessoas e você nem imagina. Perdoe SEMPRE! E perdoe-se!

pressão sobe quando o medo aprisiona. Mas medo de que? Muitas vezes o medo é irracional. A menos que você esteja realmente numa situação perigosa (perdido em alto mar, sem socorro á vista, seu avião caiu no meio da Amazônia e você está perdido, sozinho e machucado, etc...) a menos que a adrenalina gerada seja algo que pode te ajudar a reagir corretamente numa situação de emergência, acalme-se! Faça a pergunta: E se este fato que eu receio realmente venha a ocorrer, qual é a pior coisa que poderia me acontecer? Faça as pazes com todas as possibilidades. Se você não tem controle sobre algum fato, solte-o! Entregue a Deus, ore, medite, relaxe... E entregue ao universo. Cuidado com os 15 minutos antes de dormir, não tenha medo do amanhã, confie de que tudo ocorrerá da melhor maneira, entregue o problema a Deus e durma bem. Muitas vezes ao acordar, o problema terá diminuído ou até desaparecido, pois muitos dos nossos medos são irreais.

As 
neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza. Quando você repetidamente não consegue realizar sonhos e projetos importantes, acaba se frustrando, sente que não tem controle ou que o mundo está contra você. Neste momento, tudo parece ser um empecilho, você vê um mundo perigoso e injusto e se sente como uma criança sozinha e desamparada, despreparada para lidar com as situações. Mas você não é mais uma criança, é um adulto e tem força e capacidade para resolver e realizar qualquer coisa que deseja, procure ajuda, mude e seja feliz! Muitas pessoas procuram remédios físicos quando na verdade precisam mudar suas atitudes, pensamentos e sentimentos.

febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade. Se sua temperatura subiu, você está se sentindo sem forças para lidar com as situações. Não se compare com outras pessoas, não pense que só você tem problemas ou que existem pessoas sortudas e pra você, nada dá certo. Isso não é verdade! Todos temos problemas, o que muda é como os encaramos e resolvemos. Você é capaz de resolver qualquer situação. Dê uma chance para você e seus sonhos grandiosos... Não seja tão exigente, deixe que tudo ocorrerá no tempo de Deus. Equilibre seu organismo, equilibrando suas emoções.

câncer se instala quando a pessoa guardou mágoas e rancores por toda uma vida. É como se aqueles sentimentos estivessem comendo a pessoa de dentro pra fora. É por isso que não adianta curar apenas com remédios, é preciso aprender a perdoar as pessoas, principalmente a si mesmo e seguir em frente, vivendo no presente, com planos concretos para o futuro. Perdoar é um processo, pode levar tempo, mas nada é tão belo e transformador do que o perdão, ele liberta a alma, a pessoa se renova e se cura. 

Para todos os casos acima, 15-20 minutos de oração/meditação
ou uma respiração profunda e lenta ao acordar podem fazer “milagres...

Experimente começar o dia em paz e harmonia,
seu corpo agradece e você verá o resultado na sua vida em geral.

Tente, é de graça e pode salvar a sua vida!

sábado, 10 de março de 2012


"Até que o hoje vire amanhã. não saberemos dos benefícios do presente."Provérbio chinês


Constatar ao mesmo tempo que alguma coisa nos fala através do nosso corpo e que nada pertence ao acaso pode nos amedrontar ou nos fazer acre ditar na fatalidade. Na verdade é o inverso e nós devemos compreender como diz Paulo Coelho que "se o Céu nos dá o conhecimento do amanhã, é para que ele seja mudado". Se a vida se comunica intensamente conosco e exprime através do nosso corpo o que vai mal também é para que possamos mudar.

Toda evolução do ser começa por uma tomada de consciência do que ele é e do que ele faz. Essa fase fundamental e necessária pode ser iniciada pela compreensão das mensagens vindas do Mestre ou Guia Interior. No entanto ela não é suficiente por si só. Na realidade seria simplista reduzir o próprio sofrimento ou o de uma outra pessoa dizendo: "é por esta ou aquela razão e é porque ele escolheu viver assim". Seria estúpido e isso fatalizaria negativamente o plano consciente dos indivíduos, tornando-os incapazes de trabalhar pelas mudanças das suas memórias profundas e inconscientes.

A responsabilidade total de cada um perante as suas escolhas de encarnação e de vida não autoriza comentário algum. A conformidade com a "lei da Vida" não deve ser julgada por ninguém, pois ninguém conhece as circunstâncias. Se cada um tomar conta do que é seu, o mundo estará bem.

O monge taoísta Mong Tseu dizia com freqüência: "O grande defeito dos homens é abandonar os próprios campos para ir retirar o joio no dos outros." Essa frase contém duas idéias: a primeira corresponde à "visão de que é sempre mais fácil enxergar os problemas dos outros", e a segunda que é aquela do erro, que consiste em querer mudar os outros ou então fazer as coisas por eles "pensando que está ajudando". A nossa prioridade é nos encarregar da vida que nos foi confiada. Se pudermos conduzi-la bem, a nossa luz pode se expandir e mudar o mundo.

A tomada de consciência também não é o suficiente para fazer com que os males do corpo desapareçam miraculosamente quando cremos ter compreendido as palavras da alma. Ela deve sempre ser seguida de um trabalho em cima do despertar da consciência, de uma iniciativa de reflexão profunda e sincera diante dos nossos comportamentos e posições em relação à vida. Poderemos então somente pressupor as mudanças necessárias e, às vezes, dolorosas a fim de liberar as energias "mal" densificadas em nós e que nos fazem sofrer. Ainda é preciso aceitar as mensagens enviadas e o que elas significam, evitando a possível confusão entre "ser capaz de escutar o que você mesmo e o seu corpo dizem" e "se escutar".

Se escutar consiste em buscar os gritos do corpo e em apiedar-se deles, fazendo do sofrimento e da tensão que os acompanham uma maneira de viver dando a impressão de existir. Essa utilização perversa da dor e do sofrimento, um sinal da falta de afeição e de uma busca de reconhecimento infantil, permite que possamos nos queixar e que os outros se responsabilizem por nós. Não temos então interesse algum em que essa situação mude...

Ser capaz de escutar o que você mesmo e o seu corpo dizem é estar pronto para receber as mensagens do seu Mestre ou Guia Interior para mudar e fazer o que for necessário para "crescer". O resultado dessa iniciativa é o inverso da anterior. A tensão e o sofrimento ocuparão cada vez menos espaço na nossa vida.

Teremos cada vez menos necessidade de falar sobre nós mesmos, pois estaremos em melhores condições para nos comunicarmos conosco. As nossas trocas com o exterior, menos dependentes em razão das evacuações das tensões, do estresse ou das emoções, se tomarão cada vez mais enriquecedoras e portadoras da "verdade".

O caminho, às vezes, é longo antes que possamos desencadear o processo de liberação que reverte tudo dentro de nós e pode nos levar à "cura". Muitas vezes, os outros (amigos, médicos, psicólogos, terapeutas, guias espirituais) podem nos ajudar e mesmo, às vezes, tratar de nós. Nós somos, por outro lado, os únicos capazes de nos curar. Essa cura pode ser simples e rápida, se o sintoma for benigno, e mais difícil, se a doença for profunda, até mesmo vista como incurável. Mas depende sempre da nossa decisão profunda de sarar ou não. Essa decisão, tomada fora de toda vontade consciente, pertence a cada um de nós e não pode ser avaliada ou compreendida através de critérios humanos ou emocionais. Se acreditarmos sinceramente que somos capazes de conseguir, isso será de grande ajuda para o nosso trabalho de liberação. O último elemento, enfim, é alguma coisa de indefinível, aconchegada bem no fundo de nós e cujo poderio se revela muitas vezes porque ela faz todos os dias um milagre: a Vida...

Para meditar, e guardar consigo como uma abertura, um farol, que ilumina o Caminho às vezes repleto de solavancos da Vida, e boa viagem em direção à sua Lenda Pessoal...

terça-feira, 3 de agosto de 2010

A doença é seu aliado.




Este é um artigo publicado no "La Vanguardia em 27/11/2002", é uma entrevista antiga, mas de grande interesse. A Entrevistada por Victor-M.Amela é Ghislaine Lanctot (que aparece na foto), uma ex-médica e autora de "A Máfia Médica", que desafia o atual sistema de saúde.

   Tenho 61 anos e nasci em Montreal (Canadá). Fui médica e hoje sou Ghislaine Lactot, médica da alma.
Divorciei-me duas vezes, tenho quatro filhos (de 37e 28 anos) e quatro netos.
Política? Soberania individual! Acredite em si mesmo: você é divino e se esqueceu.

A medicina moderna promove a doença, não a saúde: a denúncia sobre isso está em meu livro "A Máfia Médica".

Estou gripado, o que você me receita?
- Nada.
Nem um pouco de Frenadol?
- Por quê? Para encobrir os sintomas? Não. Cuide de seus sintomas, ouça-se! E sua alma vai lhe dar a receita.
Mas eu fico na cama ou não?
- Pergunte a si mesmo, e faça o que você sente que lhe convém mais. Acredite em si mesmo!
Mas os vírus não se importam com o que eu acredito!
Oh, agora vejo: você escolhe o papel de vítima. Sua atitude é: "Eu peguei a gripe. Eu sou uma vítima de um vírus. Preciso de remédio"!
- Claro que sim, como todos...

Bem, aí está... Minha atitude seria: "Eu me dei uma gripe de presente. Eu sou o responsável! Devo me cuidar um pouco". E eu gostaria de ir para a cama, repousaria, relaxaria, meditaria um pouco sobre como eu tenho me maltratado ultimamente. ..

- V. se deu uma gripe de presente, você diz?

Sim! Sua doença vem de você, e não de fora. A doença é um presente que você faz para se encontrar consigo mesmo.

- Mas ninguém quer uma doença...

A doença reflete uma desarmonia interna em sua alma. Sua doença é o seu aliado, sinaliza que olhe para sua alma e veja o que acontece com você. Agradeça, pois lhe dá a oportunidade de fazer as pazes com você mesmo!

- Talvez o mais prático fosse um comprimido.. .

Fazer a guerra contra a doença? Isso é o que sugere a medicina de hoje, e as guerras matam, sempre trazem a morte.

- Não me diga agora que a medicina mata...

Um terço das pessoas hospitalizadas o são pelo efeito dos medicamentos! Nos Estados Unidos, 700.000 pessoas morrem anualmente por causa dos efeitos colaterais dos medicamentos e dos tratamentos hospitalares.

- Morreriam do mesmo jeito sem medicação, ora.

Não. Não se mudarmos o foco: a medicina moderna se esqueceu da saúde, é uma medicina da doença e da morte! Não é uma medicina da saúde e da vida.
Medicina da doença? Esclareça!...

Na China antiga, um acupunturista era demitido se o seu paciente ficasse doente. Ou seja, o médico cuidava de sua saúde! Entende? Toda nossa medicina é, portanto, um fracasso total.

- Prefere remédios alternativos, por quê?

Eles respeitam mais o corpo que a medicina industrial, é claro: a homeopatia (será a medicina do século XXI!) Acupuntura, fitoterapia, reflexoterapia, massoterapia. .. a prática da yoga... a meditação... são mais baratos... e bem menos perigosos.

- Mas eles não salvam ninguém do câncer.

Diga isso à medicina convencional! Ela o salvaria de um câncer?

- Pode fazer isso, sim.

O que fará com certeza é lhe envenenar com coquetéis químicos, lhe queimar com radiação, lhe mutilar com extirpações...

E, ainda por cima, a cada dia há mais câncer! Por quê? Porque as pessoas vivem esquecendo sua alma (que é divina): a paz de sua alma será a sua saúde, porque seu corpo é o reflexo material da sua alma. Se você se reencontrar com sua alma, se estiver em paz com ela... não haverá câncer!

- Belas palavras, mas se seu filho tivesse câncer, o que você faria?

Alimentaria sua fé em si mesmo: isso fortalece o sistema imunológico, o que afasta o câncer. O medo é o pior inimigo! O medo compromete a sua autodefesa. Nada de medo, nada de se render ao câncer! Tranqüilidade, convicção, delicadeza, terapias suaves...

- Desculpe-me, mas faz mais sentido ir a um oncologista, um médico especialista.

A medicina convencional só deve ser o último recurso, o extremo mesmo... E se sua alma estiver em paz, você nunca irá precisar dela.

- Bem, tenhamos então a alma em paz... mas, se por acaso encontrarem a vacina.

Não! Elas são produzidas com células de ovário de hamster cancerizadas para multiplicá-las e cultivá-las em um soro de bezerro estabilizado com alumínio (Este da hepatite B, com seu vírus): Você injetaria seus filhos com isso?

- Já tenho feito isso várias vezes...

E eu com os meus: Eu era médica, mas ainda não sabia o que sei agora ... No entanto, hoje meus filhos já não vacinam a seus filhos!

- Acho que vou continuar com as vacinas...

Por quê? A medicina atual mata moscas com um martelo: nem sempre morre a mosca, mas sempre se quebra a mesa de cristal. Há tantos efeitos colaterais.. .

- Por que abominou a medicina?

Tornei-me uma médica para ajudar. Eu me concentrei em Flebologia, as veias varicosas. Cheguei a ter várias clínicas. Mas fui percebendo o poder mafioso na indústria médica, que prejudica nossa saúde, que vive à custa de que estejamos doentes! Denunciei isso... e fui expulsa da faculdade de Medicina.

- Ou seja, você já não pode prescrever remédios...

Melhor! Os medicamentos são fabricados pensando na lógica industrial do máximo benefício econômico, e não pensando em nossa saúde. Pelo contrário: se estamos doentes, a máfia médica continua fazendo dinheiro!

- E a quem interessa a "máfia médica"?

À Organização Mundial de Saúde (OMS), às multinacionais farmacêuticas que a financiam, aos governos obedientes, aos hospitais e médicos (muitos por ignorância).. . O que está por trás disso? O dinheiro!

- Você não escolhe nenhum inimigo pequeno...

Eu sei, porém, se eu tivesse me calado, teria ficado doente e hoje estaria morta.

- Qual foi sua última doença?

Dois dias atrás, heheee... uma diarréia!

- E para refletir o que em sua alma?

Oh, eu não sei, eu não analisei... simplesmente limitei-me a não comer... E já me sinto bem!

- Mas, e se ficar muito mal, hein?

Sei, sei... Se a doença for visitá-lo, acolha-a, abrace-a! Faça as pazes com ela! Não saia correndo como louco para encontrar um médico, um salvador... Seu salvador vive dentro de você. Seu salvador é você. Você é Deus!

quinta-feira, 3 de junho de 2010



Depressão é um termo geral para um quadro sintomático que vai de um mero sentimento de abatimento até uma perda real da motivação para viver, ou a assim chamada depressão endógena, que é acompanhada de apatia absoluta. Ao lado da inibição total das atividades e de uma disposição abatida de ânimo, encontramos na depressão sobretudo um grande número de sintomas colaterais físicos, como cansaço, distúrbios do sono, falta de apetite, prisão de ventre, dores de cabeça, taquicardia, dores na coluna, descontrole menstrual nas mulheres e queda do nível corporal da energia.

A pessoa depressiva é atormentada pela sensação de culpa e vive se auto-repreendendo; está sempre ocupada em voltar às boas (fazer as pazes) com tudo. A palavra depressão deriva do verbo latino deprimo, que significa "subjugar" e "reprimir". A questão que surge de imediato se refere ao que a pessoa deprimida sente, se está sendo subjugada ou se está de fato reprimindo alguma coisa. Para responder à questão temos de considerar três âmbitos relativos ao assunto:



1 - Agressividade: Num trecho anterior do livro dissemos que a agressividade que não é exteriorizada acaba por se transformar em dor física. Poderíamos completar essa constatação ao dizermos que a agressividade reprimida leva, no âmbito psíquico, à depressão. A agressividade cuja manifestação é impedida, bloqueada, volta-se para dentro de tal forma que o agressor acaba por tornar-se a vítima. A agressividade reprimida acaba sendo responsável não só pela sensação de culpa, mas também pelos inúmeros sintomas colaterais que a acompanham, com seus vários tipos de sofrimento. Já dissemos, num momento anterior, que a agressividade é tão-somente uma forma específica de energia vital e de atividade. Sendo assim, aqueles que ansiosamente reprimem seus impulsos agressivos reprimem ao mesmo tempo toda sua energia e atividade. Embora a psiquiatria tente envolver as pessoas deprimidas em algum tipo de atividade, elas simplesmente acham isso uma ameaça. De forma compulsiva, elas evitam tudo o que possa suscitar desaprovação e tentam ocultar seus impulsos destrutivos e agressivos, vivendo de maneira irrepreensível. A agressividade dirigida contra a própria pessoa chega ao auge no caso do suicídio. Tendências suicidas sempre são um alerta para que observemos a quem são dirigidas de fato as intenções assassinas.

2 - Responsabilidade: À exceção do suicídio, a depressão sempre é, em última análise, um modo de evitar responsabilidades. Os que sofrem de depressão já não agem; meramente vegetam, estão mais mortos do que vivos. No entanto, apesar de sua contínua recusa em lidar de forma ativa com a vida, os depressivos são acusados pela responsabilidade que entra pela porta de trás, ou seja, por sues próprios sentimentos de culpa. O medo de assumir responsabilidades passa para o primeiro plano exatamente quando essas pessoas têm de entrar numa nova fase da vida, tornando-se bastante visível, por exemplo, na depressão puerperal.

3 - Recolhimento - solidão - velhice - morte: Estes quatro tópicos intimamente relacionados servem para resumir as áreas mais importantes dos três temas anteriores, mostrando quais são os nossos pressupostos básicos para refletir sobre eles. A depressão provoca o confronto dos pacientes com o pólo mortal da vida. As pessoas que sofrem de depressão são privadas de tudo o que de fato está vivo, como o movimento, a mudança, o companheirismo e a comunicação. Em sua vida, é o pólo oposto que se manifesta, ou seja, a apatia, a rigidez, a solidão, os pensamentos voltados para a morte. Na verdade, embora esse aspecto mortal da vida seja sentido com intensidade na depressão, ele nada mais é do que a própria sombra do paciente.

Nesse caso, o conflito está no fato de a pessoa deprimida ter tanto medo de viver como de morrer. A vida ativa traz consigo uma culpa e uma responsabilidade inevitáveis e esses são sentimentos que o deprimido faz questão de evitar. Aceitar responsabilidade é o mesmo que abandonar todas as projeções e aceitar a própria singularidade, ou o fato de estar só. Personalidades depressivas, no entanto, têm medo de fazer isso e, portanto, precisam apegar-se aos outros. A separação que, por exemplo, a morte de pessoas íntimas lhes impõe, pode servir de estímulo para a depressão. Os depressivos são, antes de mais nada, abandonados por conta própria, e viver por conta própria, assumindo responsabilidades, é a última coisa que querem fazer. Ter medo da morte é um outro fato que não lhes permite suportar a condicionalidade da vida. A depressão nos torna honestos: ela revela a nossa incapacidade tanto para viver como para morrer.

Segundo a psicóloga americana Louise Hay todas as doenças que temos são criadas por nós. Ela afirma que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo. "Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão", diz a psicóloga.

Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais. Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Somos

Somos muito mais do que apenas podemos ver e tocar fisicamente.

A anatomia do ser humano vai muito além da parte física, fato que não era ignorado pelas antigas e sábias formas de medicina egípcias, chinesas, indianas entre outras.

Para a perfeita compreensão , iremos falar um pouco sobre os corpos ou veículos que formam o conjunto do ser humano, assim como o que anima ou dá vida a esses veículos.



Corpo físico é nosso corpo de carne e osso e é o veículo com o qual nos expressamos no mundo físico. Esse corpo está sujeito ao tempo, isto é, se deteriora com o passar do tempo e portanto chega o dia em que cessam suas funções biológicas e o metabolismo.

É a morte desse veículo.

Corpo vital é a parte tetradimensional do corpo físico, ou seja, é um correspondente intimamente ligado ao corpo físico que porém não é visível ao olho humano. O corpo vital também é conhecido como aura, corpo etérico ou ainda, no oriente, lingan sarira.

É esse corpo que dá vitalidade e calor ao corpo físico e, quando começa a se deteriorar (pois também está sujeito ao tempo) o corpo físico seguramente irá pelo mesmo caminho.

Quando da morte do corpo físico o corpo vital também se desintegra.

Corpo astral é o veículo com o qual nos expressamos no mundo astral ou mundo dos sonhos.

Este veículo não está sujeito ao tempo, não morre e nem se desintegra quando ocorre a morte física.

Este corpo é ligado ao corpo físico pelo cordão de prata, também chamado de fio da vida ou ainda Antakarana. É um fio de energia que somente é rompido no momento da morte física.

Com o corpo astral podemos atuar conscientemente fora do corpo físico e visitar os diversos lugares do mundo astral ou mesmo do físico. É o que se conhece por desdobramento astral, projeção astral, sonho lúcido, etc., o que, aliás, será tratado com detalhes no decorrer deste curso.

Corpo mental é o veículo com o qual nos expressamos no mundo mental, que também se encontra na quinta dimensão, por isso assim como o corpo astral não morre nem se desintegra quando ocorre a morte física. O corpo mental está relacionado aos nossos pensamentos e funcionalismos cerebrais.

Acima citamos os veículos ou corpos que possuímos.

Abaixo veremos o que anima esses veículos, o que realmente somos internamente.

Essência, consciência ou alma é de fato o que temos de mais nobre. É uma parte divina que se expressa nas diferentes dimensões através dos veículos acima citados. No oriente a Essência é também conhecida por Budhata.

É o que realmente somos, mas infelizmente está demasiada adormecida e aprisionada em nossos muitos defeitos psicológicos (que também podemos chamar de eus) e dificilmente consegue se expressar.

A essência é imortal.

Em uma criança recém-nascida a Essência se expressa livre dos defeitos psicológicos, o que torna essas crianças belas, inocentes e adoráveis.

Infelizmente, com o passar dos anos, a Essência volta a ser aprisionada nos eus, e aquela beleza espontânea vai se acabando.

Quando dizemos que a Essência volta a ser aprisionada, nos referimos ao fato de que quando nascemos estamos na verdade vindo de uma existência anterior, na qual a Essência já estava aprisionada pelos defeitos psicológicos.

Veremos isso com mais profundidade nas lições seguintes.

Ego é o conjunto de todos os nossos defeitos psicológicos, também chamados de eus ou detalhes do ego.

Apesar de ser de natureza inumana também é o que somos.

Como a Essência aprisionada dificilmente se expressa, quem atua em nós quase na totalidade do tempo é o ego.

No gráfico anterior vimos que temos:

•3% de Essência livre (porém adormecida)

•97% de Essência aprisionada nos diferentes eus

Os eus são como muitas pessoas vivendo dentro de nós, cada qual com suas vontades, opiniões, desejos, pensamentos, etc. Cada uma dessas “pessoas” luta pela supremacia, para ser o comandante da máquina humana.

Seria como se a máquina humana fosse um navio tripulado por muitas pessoas, as quais estão constantemente lutando entre si para ser o comandante e pilotar o navio.

O ego é pluralizado, é o conjunto de muitíssimos eus ou defeitos psicológicos que foram criados e são alimentados por nós mesmos.

O ego não morre quando ocorre a morte do corpo físico, segue vivendo na quinta dimensão. Quando a essência retorna em um novo corpo físico o ego torna a se reincorporar neste novo organismo e continua mantendo a essência adormecida e aprisionada.

Não há nada de divino ou superior no ego. Sem sombra de dúvida o ego é a causa de nossos sofrimentos, inconsciência e limitações.

Felizmente o ego pode ser eliminado de nós e por nós mesmos, de forma voluntária e consciente.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Me perdoe criança

Ontem tivemos como título de sessão de limpeza virtual o tema - Me Perdoe, Criança... E ainda ontem um pouco antes de dormir, “coincidentemente” abro um velho livro aleatoriamente e leio um pequeno trecho:


“A necessidade de manter uma pura e vibrante simplicidade no núcleo do ser conforme se enfrentam os muitos testes da existência”... E continuava assim: embora esforços indigentes, espetaculares e determinados sejam necessários para atingir os próprios objetivos mais elevados do destino, ainda assim a qualidade essencial que devemos exibir quando trilhamos o caminho, é uma abordagem pura, espontânea, aberta e não-violenta em nossos encontros. Essa é com efeito a súplica de Jesus a seus discípulos – que eles sejam como as “criancinhas”... Pois sem essa profunda e sincera simplicidade, aquele que busca experiências espirituais está fadado a se encontrar fascinado com seus próprios êxitos e a ver seu ego alimentando o drama da luta e da vitória.

Uau!!! Eu achei muito a propósito, especialmente porque passei estes dias por uma avalanche de memórias, daquelas que mexem com toda nossa estrutura egóica... e ao mesmo tempo o tema da sessão - perdão à criança... é incrível como quando decidimos pela escolha da LIBERTAÇÃO de tudo que nos limita, não nos faltam as oportunidades para definitivamente, nos libertarmos e sou grata, imensamente grata por isto!

Hoje me peguei divagando sobre a questão criança e o quanto este tema para alguns parece tão inacessível... foi até perguntado na sessão se nossa criança cresce... felizmente não, porque? Para mim, embora eu não sei se estou certa, nossa criança, a criança interna em cada um de nós se trata de um estado, de uma freqüência ... Um estado de consciência de nossa origem Divina, cuja manifestação quando estamos devidamente integrados nos quatro elementos que compõe a Identidade Própria, se dá através do irradiar, genuinamente a inocência... algo que só podemos ver em uma criança pequenina... mas imediatamente me lembrei do Dalai Lama, quando olho para ele, sinto exatamente isto, ele me passa esse estado...

Algo muito bom que aconteceu no decorrer desse vivenciar de limpeza de memórias, foi o fato eu perceber o quanto está sob controle os meus impulsos para reagir por memórias e para ser sincera ouve vários momentos em que quase não consegui segurar... Certamente houve um “preço” para isto, porque o surto foi brabo!!! Porém, depois de dois dias de incessante e alucinante, rsrs limpeza de memórias a Paz voltou a reinar! Que gratificante a VITÓRIA, quando conseguimos subjugar nosso ego!!! Sou grata. Sou grata. Sou grata. Me perdoe criança querida, te amo e reconcilio-me com você!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Obesidade Mental

O prof. Andrew Oitke, catedrático de Antropologia em Harvard, publicou em 2001 o seu polêmico livro “Mental Obesity” (Obesidade Mental), que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral. Nessa obra introduziu o conceito de "obesidade mental" para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna. Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física decorrente de uma alimentação desregrada. Porém, não se deu conta das razões que a levam a buscar uma alimentação desregrada.


Segundo o autor, "a nossa sociedade está mais sobrecarregada de preconceitos do que de proteínas; e mais intoxicada de lugares-comuns do que de hidratos de carbono. As pessoas estão viciadas em modelos e estereótipos criados pela mídia sem o menor senso de análise crítica. Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada. "Os 'cozinheiros' desta magna “fast food” intelectual são os jornalistas, os articulistas, os editorialistas, os romancistas, os falsos filósofos, os autores de telenovelas e mais uma infinidade de outros chamados 'profissionais da informação'". "Os telejornais e telenovelas estão se transformando nos hamburgers do espírito. As revistas de variedades e os livros de venda fácil são os “donuts” da imaginação. Os filmes se transformaram na pizza da insensatez." "O problema central está na família e na escola. " "Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se abusarem dos doces e chocolates. Não se entende, então, como aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados, e videojogos que se aperfeiçoam em estimular a violência e por telenovelas que exploram, desmesuradamente, a sexualidade, estimulando, cada vez com maior ênfase, a desagregação familiar, o homossexualismo, a permissividade e, não raro, a promiscuidade. Com uma 'alimentação intelectual' tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção, é possível supor que esses jovens jamais conseguirão viver uma vida saudável e regular". Um dos capítulos mais polêmicos e contundentes da obra, intitulado "Os abutres", afirma: "O jornalista alimenta-se, hoje, quase que exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, e de restos mortais das realizações humanas. A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular." O texto descreve como os "jornalistas e comunicadores em geral se desinteressam da realidade fervilhante, para se centrarem apenas no lado polêmico e chocante". "Só a parte morta e apodrecida ou distorcida da realidade é que chega aos jornais." "O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades. Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy. Todos dizem que a Capela Sistina tem teto, mas ninguém suspeita para quê ela serve. Todos acham mais cômodo acreditar que Saddam é o mau e Mandella é o bom, mas ninguém se preocupa em questionar o que lhes é empurrado goela abaixo como "informação". Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um “cateto.” Prossegue o autor: "Não admira que, no meio da prosperidade e da abundância, as grandes realizações do espírito humano estejam em decadência. A família é contestada, a tradição esquecida, a cultura banalizou-se e o folclore virou "mico". A arte é fútil, paradoxal ou doentia. Floresce, entretanto, a pornografia, o cabotinismo (aquele que se elogia), a imitação, a sensaboria (sem sabor) e o egoísmo. Não se trata nem de uma era em decadência, nem de uma 'idade das trevas' e nem do fim da civilização, como tantos apregoam. " "Trata- se, na realidade, de uma questão de obesidade que vem sendo induzida, sutilmente, no espírito e na mente humana. O homem moderno está adiposo no raciocínio, nos gostos e nos sentimentos. O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos. Precisa sobretudo de dieta mental."

Incluí este texto do prof. Andrew pois, acredito também que o maior problema por que passa a humanidade atual é a enchurrada de informação podre a que está sujeita, e isto, forma conceitos e condicionamentos nocivos ao bom desenvolvimento do indivíduo.

É preciso aprender a pensar. Costumo dizer que: o pensamento é como uma arma perigosa na mão de uma criança", se não soubermos como usa-lo, ele se voltará contra nós mesmos.

Não se trata de nenhuma técnica de pensamento positivo - aliás, se isso funcionasse todo mundo seria rico, saudável e feliz. Repito: é preciso aprender a pensar corretamente.

Por Gustavo Meyer fonte

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Concordo plenamente com o amigo Gustavo, sim: “Não se trata de nenhuma técnica de pensamento positivo - aliás, se isso funcionasse todo mundo seria rico, saudável e feliz. Repito: é preciso aprender a pensar corretamente.”

Temos que assumir a responsabilidade por nós e também pelo que pensamos, pelo que vemos no mundo, não há mudança senão à partir de nós mesmos, a paz começa em mim!

sábado, 15 de maio de 2010

A doença como caminho.

Este texto é uma indicação de leitura do livro "A Doença Como Caminho", de Thorwald Dethlefsen e Rüdiger Dahlke, que trata do conteúdo psicológico associado a vários tipos de doenças e incidentes, os quais por não conseguirmos trabalhar / montar adequadamente em nossa psique, passam a fazer parte da nossa "sombra", não sendo percebidos conscientemente, manifestando-se, então, em nosso corpo físico, para que assim os possamos vivenciar, para superar e integrar seus conseqüentes desafios e ensinamentos.

Por fazerem parte de nossa "sombra", habitando exatamente nosso inconsciente, e não o consciente, o mais normal é que não aceitemos estar vivendo ou ter alguma coisa haver com quaisquer dos assuntos levantados em relação às perguntas e questões associadas às doenças citadas. O mais normal é negarmos a existência das situações cogitadas em relação a nossas vidas...
A nosografia é uma prática milenar que se constitui na descrição sistemática das doenças, que é exatamente do que trata o livro aqui indicado. Esse tipo de abordagem tem uma diferenciação fundamental em relação aos remédios (que são necessários dentro de contextos específicos, diferente do uso banalizado que vêm tendo), pois age focando a causa das doenças, enquanto os remédios agem sobre os efeitos, sem nada acrescentarem ao processo de trabalho das causas a não ser fazer com que a pessoa possa ganhar algum tempo para se recompor, o que perde o efeito e sentido nas abordagens com medicações a médio e longo prazos. Focar a causa das doenças nos leva à questão de qual a memória/lembrança a ser resgatada pela pessoa(*), de modo a tornar-se novamente uma manifestação da perfeição universal.

(*) bem como do entendimento do porque da experiência de vida dolorsa pela qual está passando.

Aqui estão apenas algumas das doenças listadas e num resumo muito geral, contendo apenas a parte de questões levantadas em alguns capítulos, além de um texto na íntegra sobre "depressão", para servir como exemplo. Vale a pena ler o livro, que traz além deste "guia rápido" copiado aqui, a análise e interpretação ligada aos diversos sistemas do corpo físico, e possuí-lo posteriormente como guia para consultas quando oportuno.

Um outro livro excelente com esse mesmo tipo de abordagem é: Metafísica da Saúde - Sistemas Respiratório e Digestivo - Valcapelli & Gasparetto.

Ao final, segue ainda uma lista complementar sobre o mesmo assunto com a visão da psicóloga americana Lois L


Infecção - um conflito que se materializou

Quem mostra predisposição a inflamações está tentando evitar conflitos.

No caso de contrairmos uma doença infecciosa, devemos nos fazer as seguintes perguntas:

1 - Qual o conflito existente em minha vida que até agora eu não vejo?

2 - Que conflito estarei evitando?

3 - que conflito tento fingir que não existe?

Para descobrir que conflito se trata, basta prestar atenção ao simbolismo do órgão afetado ou da parte doente do corpo.



Alergia - uma agressividade que se materializou

A pessoa alérgica deve fazer a si mesma as seguintes perguntas:

1 - Por que não suporto tomar consciência da minha agressividade, e a transfiro para a manifestação corporal?

2 - Quais âmbitos da vida me inspiram tanto medo que procuro evitá-los?

3 - Para que temas apontam os meus alérgenos?

4 - Até que ponto uso minha alergia para manipular o meio ambiente?

5 - Como encaro o amor, qual é a minha capacidade de amar?



Respiração - Assimilação da Vida

No caso de doenças que tenham relação com a respiração, a pessoa doente deve fazer a si mesma as seguintes perguntas:

1 - O que me faz sentir falta de ar?

2 - O que me recuso a aceitar?

3 - O que estou evitando dar?

4 - Com o que não desejo entrar em contato?

5 - Acaso terei medo de dar o passo para uma nova liberdade?



Asma

Perguntas que a pessoa asmática deve fazer a si mesma:

1 - Em que âmbitos da vida quero receber sem dar nada em troca?

2 - Consigo confessar conscientemente minhas agressões? Que possibilidades disponho para expressá-las?

3 - Como lido com o conflito entre a vontade de dominar e a sensação de inferioridade?

4 - Quais setores da vida valorizo e quais rejeito? Posso sentir algo do medo que fundamenta meu sistema de valores?

5 - Quais setores da vida procuro evitar por considerá-los sujos, baixos, ignóbeis?

Não se esqueça: Sempre que se sente uma limitação, ela de fato é medo! O único modo de combater o medo é expandindo-se. A expansão ocorre se a pessoa deixar entrar aquilo que até agora rejeitou!



Males Estomacais e Digestivos

No caso de males estomacais e digestivos, devemos nos fazer as seguintes perguntas:

1 - O que não posso ou não quero engolir?

2 - Algo está me moendo por dentro?

3 - Como lido com meus sentimentos?

4 - O que me deixa tão azedo?

5 - Como expresso a minha agressividade?

6 - Como fujo dos conflitos?

7 - Existe em mim alguma saudade reprimida de um paraíso infantil, livre de conflitos, em que eu só seja amado e cuidado, sem precisar me esforçar para nada?



Doenças Hepáticas

A pessoa que sofre do fígado deve fazer a si mesma as seguintes perguntas:

1 - Em que âmbitos perdi a capacidade de fazer uma avaliação e uma discriminação corretas?

2 - Onde é que não consigo mais decidir entre aquilo que posso suportar e aquilo que é um "veneno" para mim?

3 - Em que sentido ando cometendo excessos? Até que ponto estou "voando alto demais" (ilusões de grandeza) e onde venho ultrapassando os limites?

4 - Acaso me preocupo comigo mesmo e com o âmbito da minha "religio", de minha religação com a fonte primordial? Ou o mundo da multiplicidade está impedindo minha percepção intuitiva? Os temas filosóficos ocupam uma parte muito pequena na minha vida?

5 - Confio nos outros?



Doenças dos Olhos

Quem tiver problemas com os olhos, ou seja, com a visão, deve em primeiro lugar abandonar por um dia seus óculos (e/ou lentes de contato) e viver conscientemente a situação honesta de vida criada pelo fato. Depois desse dia, deve fazer um relatório honesto, descrevendo o modo como viu o mundo e as experiências que teve, o que pôde e o que não pôde fazer, no que foi impedido pela falta de visão, como lidou com o ambiente exterior etc. Um relatório como esse deve fornecer-lhe material suficiente para poder conhecer melhor sua personalidade, seu mundo e seu modo de ser. Essencialmente, deve responder às seguintes perguntas:

1 - O que não desejo ver?

2 - Minha subjetividade tem impedido meu autoconhecimento?

3 - Deixo de ver a mim mesmo nos acontecimentos?

4 - Uso a visão para obter uma percepção mais elevada?

5 - Tenho medo de ver os contornos rígidos (definidos) das coisas?

6 - Posso suportar, afinal, ver as coisas como elas são?

7 - Qual o âmbito de minha personalidade de que procuro desviar o olhar?



Doenças do Ouvido

Quem tem problemas com os ouvidos, ou seja, com o ato de ouvir, deve de preferência fazer a si mesmo as seguintes perguntas:

1 - Por que não estou disposto a prestar atenção ao que os outros dizem?

2 - A quem ou a que não desejo obedecer?

3 - Há equilíbrio entre os dois pólos de minha personalidade, o egocentrismo e a submissão?



Dores de Cabeça

Quem sofrer de dores de cabeça o tiver enxaquecas deve fazer a si mesmo as seguintes perguntas:

1 - Com que estou "quebrando a minha cabeça"?

2 - O "em cima" e o "embaixo" estão num equilíbrio dinâmico dentro de mim?

3 - Estou me esforçando demais para subir? (cobiça)

4 - Sou um cabeçudo e tento derrubar os obstáculos com a cabeça?

5 - Tento substituir a ação pelo pensamento?

6 - Estarei sendo honesto no que se refere aos meus problemas sexuais?

7 - Por que transfiro o orgasmo para a cabeça?



Doenças de Pele

Quem teve afecções cutâneas deve fazer a si mesmo as seguintes perguntas:

1 - Acaso estarei me isolando demais?

2 - Qual é a minha capacidade de estabelecer contatos?

3 - Por trás da minha atitude defensiva não haverá um desejo de intimidade?

4 - O que será que deseja atravessar os limites a fim de se tornar visível (sexualidade, desejo, paixão, agressividade, satisfação)?

5 - O que é que de fato está "coçando" dentro de mim?

6 - Acaso resolvi viver no ostracismo?



Doenças Renais

Quando temos alguma coisa nos rins devemos fazer a nós mesmos as seguintes perguntas:

1 - Quais problemas me afligem no âmbito conjugal?

2 - Acaso tenho tendência a estagnar na projeção e, desta forma, a considerar os erros do meu parceiro como problemas que só dizem respeito a ele?

3 - Deixo de ver a mim mesmo no modo como o meu parceiro se comporta?

4 - Ando me apegando a velhos problemas e, deste modo, interrompendo o fluxo do meu próprio desenvolvimento?

5 - A que salto para o futuro meu cálculo renal está tentando me estimular?



Os males da Bexiga

Doenças na bexiga sugerem as seguintes perguntas:

1 - A quais âmbitos me apego, embora ultrapassados, e só à espera de serem eliminados?

2 - Em que ponto me coloco sob pressão e a projeto para os outros (exames, o chefe)?

3 - Que assuntos gastos devo abandonar?

4 - Por que choro?



Doenças Cardíacas

No caso de perturbações e doenças cardíacas devemos fazer as seguintes perguntas:

1 - Há equilíbrio entre meu coração e minha cabeça, entre a compreensão e o sentimento? Eles estão em harmonia?

2 - Dou espaço suficiente para meus próprios sentimentos, me atrevo a demonstrá-los?

3 - Vivo e amo de todo coração ou apenas participo, sem grande entusiasmo?

4 - Minha vida transcorre num ritmo animado ou a forço a dotar um ritmo rígido?

5 - Ainda há combustível e explosivos suficientes em minha vida?

6 - Tenho escutado a voz de meu coração?



Distúrbios do Sono

A insônia deve servir de motivo para se fazer as seguintes perguntas:

1 - Até que ponto dependo do poder, do controle, do intelecto e da observação?

2 - Acaso posso me desapegar?

3 - Como desenvolvo minha capacidade de entrega e minha sensação de uma confiança básica?

4 - Acaso me preocupo com o lado sombrio da minha alma?

5 - Quão grande é o meu medo da morte? Já me reconciliei o suficiente com ela?



Uma necessidade exagerada de dormir suscita as seguintes questões:

1 - Ando fugindo da atividade, da responsabilidade, da conscientização?

2 - Vivo num mundo quimérico e tenho medo de acordar para a realidade da vida?


Lista das Correspondências Psíquicas

dos Órgãos e Palavras-chave para as Partes do Corpo

Bexiga - Pressão, desapego

Boca - Disposição para receber

Cabelos - Liberdade, poder

Coração - Capacidade de amar, emoção

Costas - Correção

Dentes - Agressividade, vitalidade

Estômago - Sensação, capacidade de absorção

Fígado - Avaliação, filosofia, religio

Gengivas - Desconfiança

Intestino delgado - Elaboração, análise

Intestino grosso - Inconsciente, ambição

Joelhos - Humildade

Mãos - Entendimento, capacidade de ação

Membros - Movimentos, flexibilidade, atividade

Músculos - Mobilidade, flexibilidade, atividade

Nariz - Poder, orgulho, sexualidade

Olhos - Discernimento

Ouvidos - Obediência

Órgãos genitais - Sexualidade

Ossos - Firmeza, cumprimento das normas

Pele - Delimitação, normas, contato, carinho

Pênis - Poder

Pés - Compreensão, firmeza, enraizamento, humildade

Pescoço - Medo

Pulmões - Contato, comunicação, liberdade

Rins - Parceria, discernimento, eliminação

Sangue - Força vital, vitalidade

Unhas - Agressividade

Vagina - Entrega

Vesícula biliar - Agressividade


A Depressão

Depressão é um termo geral para um quadro sintomático que vai de um mero sentimento de abatimento até uma perda real da motivação para viver, ou a assim chamada depressão endógena, que é acompanhada de apatia absoluta. Ao lado da inibição total das atividades e de uma disposição abatida de ânimo, encontramos na depressão sobretudo um grande número de sintomas colaterais físicos, como cansaço, distúrbios do sono, falta de apetite, prisão de ventre, dores de cabeça, taquicardia, dores na coluna, descontrole menstrual nas mulheres e queda do nível corporal da energia. A pessoa depressiva é atormentada pela sensação de culpa e vive se auto-repreendendo; está sempre ocupada em voltar às boas (fazer as pazes) com tudo. A palavra depressão deriva do verbo latino deprimo, que significa "subjugar" e "reprimir". A questão que surge de imediato se refere ao que a pessoa deprimida sente, se está sendo subjugada ou se está de fato reprimindo alguma coisa. Para responder à questão temos de considerar três âmbitos relativos ao assunto:



1 - Agressividade: Num trecho anterior do livro dissemos que a agressividade que não é exteriorizada acaba por se transformar em dor física. Poderíamos completar essa constatação ao dizermos que a agressividade reprimida leva, no âmbito psíquico, à depressão. A agressividade cuja manifestação é impedida, bloqueada, volta-se para dentro de tal forma que o agressor acaba por tornar-se a vítima. A agressividade reprimida acaba sendo responsável não só pela sensação de culpa, mas também pelos inúmeros sintomas colaterais que a acompanham, com seus vários tipos de sofrimento. Já dissemos, num momento anterior, que a agressividade é tão-somente uma forma específica de energia vital e de atividade. Sendo assim, aqueles que ansiosamente reprimem seus impulsos agressivos reprimem ao mesmo tempo toda sua energia e atividade. Embora a psiquiatria tente envolver as pessoas deprimidas em algum tipo de atividade, elas simplesmente acham isso uma ameaça. De forma compulsiva, elas evitam tudo o que possa suscitar desaprovação e tentam ocultar seus impulsos destrutivos e agressivos, vivendo de maneira irrepreensível. A agressividade dirigida contra a própria pessoa chega ao auge no caso do suicídio. Tendências suicidas sempre são um alerta para que observemos a quem são dirigidas de fato as intenções assassinas.



2 - Responsabilidade: À exceção do suicídio, a depressão sempre é, em última análise, um modo de evitar responsabilidades. Os que sofrem de depressão já não agem; meramente vegetam, estão mais mortos do que vivos. No entanto, apesar de sua contínua recusa em lidar de forma ativa com a vida, os depressivos são acusados pela responsabilidade que entra pela porta de trás, ou seja, por sues próprios sentimentos de culpa. O medo de assumir responsabilidades passa para o primeiro plano exatamente quando essas pessoas têm de entrar numa nova fase da vida, tornando-se bastante visível, por exemplo, na depressão puerperal.



3 - Recolhimento - solidão - velhice - morte: Estes quatro tópicos intimamente relacionados servem para resumir as áreas mais importantes dos três temas anteriores, mostrando quais são os nossos pressupostos básicos para refletir sobre eles. A depressão provoca o confronto dos pacientes com o pólo mortal da vida. As pessoas que sofrem de depressão são privadas de tudo o que de fato está vivo, como o movimento, a mudança, o companheirismo e a comunicação. Em sua vida, é o pólo oposto que se manifesta, ou seja, a apatia, a rigidez, a solidão, os pensamentos voltados para a morte. Na verdade, embora esse aspecto mortal da vida seja sentido com intensidade na depressão, ele nada mais é do que a própria sombra do paciente.



Nesse caso, o conflito está no fato de a pessoa deprimida ter tanto medo de viver como de morrer. A vida ativa traz consigo uma culpa e uma responsabilidade inevitáveis e esses são sentimentos que o deprimido faz questão de evitar. Aceitar responsabilidade é o mesmo que abandonar todas as projeções e aceitar a própria singularidade, ou o fato de estar só. Personalidades depressivas, no entanto, têm medo de fazer isso e, portanto, precisam apegar-se aos outros. A separação que, por exemplo, a morte de pessoas íntimas lhes impõe, pode servir de estímulo para a depressão. Os depressivos são, antes de mais nada, abandonados por conta própria, e viver por conta própria, assumindo responsabilidades, é a última coisa que querem fazer. Ter medo da morte é um outro fato que não lhes permite suportar a condicionalidade da vida. A depressão nos torna honestos: ela revela a nossa incapacidade tanto para viver como para morrer.





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Segundo a psicóloga americana Lois L. Há, todas as doenças que temos são criadas por nós. Ela afirma que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo. "Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão", diz a psicóloga.



Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando estamos empancados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais. Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento. A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louis.



DOENÇAS/CAUSAS:



AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.

ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.

APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.

ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.

ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.

ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.

BRONQUITE: Ambiente família inflamado. Gritos, discussões.

CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.

COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.

DERRAME: Resistência. Rejeição a vida.

DIABETES: Tristeza profunda.

DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.

DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.

ENXAQUECA: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.

FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.

FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.

GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.

HEMORROIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.

HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.

INSONIA: Medo, culpa.

LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.

MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.

NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.

PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.

PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.

PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.

PRESSÃO BAIXA: Falta de amor em criança. Derrotismo.

PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.

PULMÕES: Medo de absorver a vida.

QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.

RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.

REUMATISMO: Sentir-se vítima. Falta de amor. Amargura.

RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.

RINS: Crítica, desapontamento, fracasso.

SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.

TIREÓIDE: Humilhação.

TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.

ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.

VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.